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❤️ Especialista em Cardiologia e Ecocardiografia

Cuidado completo para a saúde do seu coração

Atendimento especializado em cardiologia e ecocardiografia — da prevenção ao tratamento, com escuta atenta, exames de imagem e acompanhamento próximo. Clínica Angiocor, Porto União/SC.

Atendimento humanizado Ecocardiografia completa Foco em prevenção
ECG · Derivação II 72 bpm
Ritmo sinusal normal25 mm/s · 10 mm/mV
Dra. Andressa Moreira
Dra. Andressa Moreira – retrato médico

Dra. Andressa Moreira

Médica especialista em Cardiologia e Ecocardiografia, dedicada ao cuidado completo do coração. Atende com escuta atenta, explicações claras e um plano de acompanhamento feito sob medida para cada paciente — do jovem que quer prevenção ao paciente que já convive com uma doença cardiovascular.

  • Cardiologia clínica para todas as idades
  • Ecocardiografia com laudo detalhado e humanizado
  • Acompanhamento contínuo de hipertensão, arritmias e insuficiência cardíaca
  • CRM/SC 28578 · RQE/SC 18816-18907
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Clínica Angiocor – recepção

Clínica Angiocor

Um ambiente acolhedor e moderno, pensado para o seu conforto. Na Clínica Angiocor, em Porto União/SC, você faz consulta e exames no mesmo lugar, sem precisar se deslocar.

Atendimento com horário marcado para evitar espera, tecnologia em ecocardiografia e um cuidado humanizado em cada etapa — do primeiro contato ao laudo explicado em linguagem simples.

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Especialista em Cardiologia e Ecocardiografia

Trajetória de formação em instituições de referência, com residência em Ecocardiografia e título de Cardiologista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.

2018 – 2020

Residência em Ecocardiografia / Ecocardiografia Avançada

Escola Paulista de Medicina – UNIFESP, São Paulo

2018

Título de Cardiologista

Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

2016 – 2018

Especialista em Cardiologia

Escola Paulista de Medicina – UNIFESP, São Paulo

2014 – 2016

Especialista em Clínica Médica

Universidade de Mogi das Cruzes – UMC · Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo, Mogi das Cruzes

2008 – 2013

Graduação em Medicina

Universidade de Mogi das Cruzes – UMC

Áreas de atuação

Do check-up à cardiologia clínica, cada paciente recebe uma avaliação completa e um plano de cuidado individual.

Cardiologia Clínica

Diagnóstico e tratamento de doenças do coração com acompanhamento próximo e individualizado.

Ecocardiografia

Ultrassom do coração para avaliar função, válvulas e estrutura cardíaca com laudo detalhado.

Hipertensão Arterial

Controle da pressão alta com avaliação de risco cardiovascular e ajuste do tratamento.

Prevenção e Risco Cardiovascular

Avaliação de colesterol, diabetes, histórico familiar e hábitos de vida para prevenir o infarto e o AVC.

Arritmias e Palpitações

Investigação de batimentos irregulares, com Holter e exames complementares quando necessário.

Check-up Cardiológico

Avaliação completa da saúde do coração, com exames indicados para cada idade e perfil.

Avaliação de Risco Cirúrgico Pré-operatório

Avaliação cardiológica completa antes de cirurgias, para maior segurança e melhor planejamento do procedimento.

Saúde cardiovascular ideal: o "Vida Simples 7"

De acordo com a American Heart Association (AHA), as doenças cardiovasculares — doença arterial coronariana, pressão alta, derrame e insuficiência cardíaca — continuam sendo a principal causa de morte no mundo. Nos Estados Unidos, em 2014, 1 em cada 3 adultos apresentava alguma forma de doença cardiovascular.

Por isso, a AHA definiu a “saúde cardiovascular ideal”: a ausência de doença somada à presença de sete fatores e comportamentos essenciais, chamados “Vida Simples 7”. São eles:

1

Pressão arterial ideal — valores abaixo de 120/80 mmHg

2

Atividade física — 150 min moderada ou 75 min vigorosa por semana

3

Colesterol total — abaixo de 170 mg/dL

4

Índice de massa corporal — inferior a 25

5

Sem tabaco — ausência de histórico prévio de uso

6

Glicemia — abaixo de 100 mg/dL

7

Dieta saudável — 4 de 5 componentes: 4–5 xícaras de frutas e legumes/dia, 2+ porções de peixe/semana, menos de 1 latinha de refrigerante/semana, 3+ porções de grãos integrais/dia e menos de 1.500 mg de sódio/dia

Essas recomendações valem para todos — inclusive para quem já tem doença cardiovascular diagnosticada. Nesses casos, o acompanhamento regular de um cardiologista é essencial: permite avaliação completa, exames laboratoriais adequados (colesterol, glicemia e outros), detecção de sinais sutis de progressão da doença e respostas claras e científicas para as suas dúvidas.

Lembre-se: acima dos 35 anos já podem ocorrer doenças cardiovasculares de origem aterosclerótica. Uma consulta inicial para estratificar seu risco cardiovascular e avaliar a necessidade de exames é fundamental.

Entenda as doenças cardiovasculares

Conteúdo educativo elaborado pela Dra. Andressa para você cuidar melhor do seu coração. Toque em cada tema para ler.

Doença Cardiovascular

A doença cardiovascular aterosclerótica continua sendo a principal causa de morte prematura. Mais de 80% de toda a mortalidade por doenças cardiovasculares ocorre em países em desenvolvimento — e a incapacidade causada por essa doença ainda é a principal causa de perda de produtividade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca a importância do estilo de vida — uso de tabaco, hábitos alimentares não saudáveis, inatividade física e estresse psicológico — na explosão de doenças cardiovasculares. A OMS afirma que três quartos de toda a mortalidade por doença cardiovascular podem ser evitados com ações de prevenção coordenadas.

Consequências agudas da aterosclerose

  • Infarto agudo do miocárdio
  • Acidente vascular cerebral (AVC)
  • Ataques isquêmicos transitórios (AITs)
  • Ruptura de aneurismas de aorta abdominal
  • Isquemia aguda por doença arterial periférica

Investigação e tratamento

A maioria dos pacientes com fatores de risco ou que já tiveram evento cardiovascular deve ser avaliada quanto à doença arterial coronariana. Para isso, o cardiologista pode solicitar exames complementares — sempre indicados caso a caso e com a segurança necessária para cada perfil de paciente.

O tratamento inclui modificação do estilo de vida (dieta, cessação do tabagismo, exercícios regulares e controle de peso) e, quando indicado, intervenções farmacológicas baseadas em evidências:

  • Tratamento antitrombótico — a aspirina é a primeira escolha; ticlopidina ou clopidogrel são a segunda opção.
  • Estatinas — muito eficazes na prevenção de eventos em pacientes com hipercolesterolemia, na prevenção primária e secundária.
  • Inibidores da ECA — reduzem eventos cardiovasculares em pacientes de alto risco, pelos efeitos protetores endoteliais.

As novas tecnologias — dispositivos percutâneos, procedimentos minimamente invasivos e grandes avanços em imagem (do ecocardiograma à tomografia cardíaca e ressonância) — permitem detecção mais precoce e melhor tratamento.

Se você tem sintomas ou fatores de risco, procure um cardiologista para uma avaliação completa.
Arritmias Cardíacas

Arritmias cardíacas são anormalidades ou perturbações na ativação ou batimento normal do coração. Muitas vezes são sentidas como palpitações, “batedeiras” — tanto ao esforço quanto em repouso — podendo vir acompanhadas de “falta de ar” ou “aperto no peito”. Esses sintomas devem ser investigados para detectar a origem do problema.

Cerca de 50% dos pacientes cardíacos morrem de morte súbita devido a arritmias — por isso esses sintomas não devem ser negligenciados.

A doença é caracterizada por ritmo irregular do batimento cardíaco, que pode ser muito lento (bradiarritmias, abaixo de 50 batimentos por minuto) ou muito rápido (taquiarritmias, acima de 100 batimentos por minuto). As arritmias podem ocorrer em qualquer idade.

Diagnóstico

O eletrocardiograma identifica as alterações do ritmo cardíaco e qual a arritmia presente. O Holter de 24 horas é outro exame valioso: um aparelho portátil monitoriza o ritmo cardíaco durante 24 horas, permitindo analisar o ritmo nos momentos em que o paciente refere sintomas.

Tratamento

  • Medicamentos antiarrítmicos — impedem que a arritmia aconteça novamente e controlam a frequência cardíaca.
  • Terapia de “choque” elétrico — desfibrilação ou cardioversão.
  • Implante de marca-passo — envia um sinal que faz o coração bater em ritmo preciso e normal.
  • Procedimentos mais invasivos — ablação cardíaca, implante de desfibrilador cardíaco, conforme o caso.
Se você possui qualquer um desses sintomas, procure um cardiologista habilitado para uma minuciosa anamnese e os exames necessários para o diagnóstico correto.
Hipertensão Arterial

A hipertensão arterial sistêmica (pressão alta) é caracterizada por pressão arterial persistentemente alta nas artérias. A maioria dos pacientes (90–95%) tem hipertensão “essencial” ou primária, com etiologia multifatorial — e é comum a ocorrência de pressão alta em filhos de pessoas que tinham pressão alta.

A hipertensão é o fator de risco evitável mais comum para doenças cardiovasculares (doença cardíaca coronária, insuficiência cardíaca, AVC, infarto, fibrilação atrial e doença arterial periférica). Também é responsável por grande parte dos casos de doença renal crônica, demência e comprometimento cognitivo, sendo o principal contribuinte para todas as causas de morte e invalidez no mundo.

Adultos com pressão alta que iniciam tratamento aos 30 anos têm risco quase 40% maior de sofrer infarto ou AVC, e esses eventos tendem a se manifestar cerca de cinco anos mais cedo.

Um alerta importante

A hipertensão essencial é geralmente assintomática — o paciente pode ter pressão alta e não sentir absolutamente nada. Por isso, todos os adultos devem medir a pressão em visitas regulares ao consultório.

Medição fora do consultório

  • MRPA (monitorização residencial): 3 medidas ao acordar e 3 antes de dormir, por pelo menos 5 dias. Medir em ambiente calmo, em repouso, sem café, estimulantes ou alimentação recente, sem bexiga cheia e sem fumar por pelo menos 30 minutos.
  • MAPA (monitorização ambulatorial): mede e registra a pressão a cada 20–30 minutos por 24 horas, durante as atividades diárias. Permite identificar a hipertensão do “avental branco” (alta no consultório, normal fora dele) e a hipertensão mascarada (normal no consultório, alta fora dele).

Tratamento

As intervenções não farmacológicas mais eficazes são perda de peso, redução de sódio, aumento da atividade física, menor consumo de álcool e dietas específicas. A mudança de estilo de vida é a melhor forma de obter sucesso — mesmo pequenas melhorias valem. Quando necessário, medicamentos são indicados de forma individualizada. O cardiologista é o especialista na determinação dos melhores remédios para o tratamento da pressão alta.

Doença Valvar

As doenças cardíacas valvares vêm ganhando crescente atenção na medicina cardiovascular. Desde a década de 1950, nos países desenvolvidos, a predominância passou das causas reumáticas para as degenerativas. Já em países em desenvolvimento como o Brasil, a doença valvar ainda é causada principalmente por doenças reumáticas do coração.

O tratamento evoluiu muito com as intervenções minimamente invasivas, como a comissurotomia mitral percutânea e o implante de válvula aórtica transcateter. Cada paciente é avaliado de acordo com a localização e o tipo de doença valvar (estenose ou regurgitação), incluindo os efeitos da endocardite infecciosa.

Avaliação de risco cirúrgico

A avaliação do risco cirúrgico pré-operatório feita pelo cardiologista é uma etapa tão importante quanto a intervenção em si — todos os fatores são considerados no momento da operação, permitindo à equipe médica uma tomada de decisão mais assertiva.

Insuficiência Cardíaca

A insuficiência cardíaca ocorre quando o coração não consegue bombear sangue de forma adequada para atender às necessidades do corpo. O acompanhamento próximo e regular com o cardiologista é essencial para controlar os sintomas, ajustar o tratamento e melhorar a qualidade de vida.

O diagnóstico e o acompanhamento utilizam exames como o ecocardiograma, que avalia a função de bombeamento do coração, além de eletrocardiograma e exames laboratoriais. O tratamento combina mudanças de estilo de vida, medicamentos e, em casos selecionados, dispositivos como o marca-passo e o desfibrilador cardíaco.

O acompanhamento regular permite detectar a progressão da doença cedo e intervir para evitar a piora.

Exames realizados na Clínica Angiocor

Consulta e exames no mesmo lugar, com laudo explicado em linguagem simples.

Eletrocardiograma de Alta Resolução

Registro da atividade elétrica do coração, rápido e indolor. Também conhecido como ECG de alta resolução ou ECGAR.

MAPA 24h

Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial — medição contínua da pressão ao longo de 24 horas.

Holter 24h

Monitorização Ambulatorial do ECG — acompanha o ritmo cardíaco durante um dia inteiro de atividades normais.

Ecocardiograma Transtorácico

Ultrassom do coração que avalia o funcionamento, as válvulas e as paredes do músculo cardíaco. Também conhecido como ecocardiograma ou eco.

Ecocardiograma com Doppler

Avalia o fluxo de sangue pelas câmaras e válvulas do coração. Também conhecido como eco com Doppler Colorido.

Ultrassom Doppler de Carótidas e Vertebrais

Exame de imagem das artérias do pescoço que avalia o fluxo sanguíneo até o cérebro. Também conhecido como Doppler de carótidas e vertebrais ou eco-Doppler de carótidas.

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Clínica Angiocor

Rua Antiocho Pereira, 282 – Centro

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